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Franciéle Carneiro Garcês da Silva

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Livros

 

Bibliotecári@s Negr@s:

ação, pesquisa e atuação política

Franciéle Carneiro Garcês da Silva e Graziela dos Santos Lima

Organizadoras

A sagacidade das questões apresentadas em Bibliotecári@s negr@s: ação, pesquisa e atuação política indica novas estratégias para enfrentamento histórico do racismo nos marcos da ampliação da presença negra no campo da Ciência da Informação e áreas correlatas. A multiplicidade de pontos de vista que compõe os capítulos entusiasma pela potência do vasto repertório de questões enfrentadas. Trata-se de um projeto coletivo de religação de saberes ancestrais e insubmissos urdidos pelo pertencimento étnico-racial no campo da Ciência da Informação. O trabalho preenche, certamente, uma lacuna de conhecimentos sistemáticos sobre o tema na área. Uma referência incontornável.

 

Maria Aparecida Moura

Professora Titular da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

 

O Protagonismo da Mulher na Biblioteconomia e Ciência da Informação

Franciéle Carneiro Garcês da Silva e Nathália Lima Romeiro

Organizadoras

A presença das mulheres no campo da Biblioteconomia e Ciência da Informação (BCI) brasileira é incontestável e longeva. Entretanto, do ponto de vista autoral e temático, esse protagonismo é bem mais recente. Isso se deve em certa medida às controvérsias históricas acerca da orientação e dos propósitos científicos do campo. O caráter, por vezes, rarefeito das marcas identitárias no âmbito da BCI acabou por torná-la refratária ao potencial de agência advindo das questões de gênero e suas implicações na performatividade dos sujeitos sociais. Evidentemente, essas tendências não se firmaram sem crítica, resistência e desdobramentos. Em uma visada histórica, nota-se que a realidade brasileira é plena de circunstâncias em que a perspectiva das mulheres ofereceu possibilidades de rupturas com o status quo e ensejou transformações sociais efetivas. E, enquanto redijo esse texto, a realidade lá fora, dá mostras do quão importante é a atuação das mulheres para a consolidação da democracia no Brasil. As autoras e autores dos textos que compõem esse volume nos instigam e tecem os fios condutores das diferentes contribuições e agendas assumidas pelas mulheres em nossa história recente. Trata-se de um repertório amplo de questões, demarcado pela pluralidade de pontos de vista e em consonância e articulação com a especificidade da presença das mulheres na BCI.

 

Maria Aparecida Moura

Professora Titular da Escola de Ciência da Informação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)

 

Epistemologias Negras:

Relações raciais na Biblioteconomia

Danielle Barroso

Elisângela Gomes

Erinaldo Dias Valério

Franciéle Carneiro Garcês da Silva

Graziela dos Santos Lima

Organizadoras e Organizador

Somos permeadas (os) pela oralidade, presente no preparo de um alimento em uma refeição do cotidiano ou para o nosso orixá. O afeto e o tato no cuidado com os cabelos, o trançado que entrecruza fios e histórias de gerações, o respeito aos mais velhos, aos nossos griots e nossas griottes. São vivências que contam a nossa história por um outro viés narrativo de resiliência em terras brasileiras e não de submissão escrava, de um processo de (re)existir não individual, mas em comunidade, com princípios e fundamentos de partilha e não de disputa. Portanto, escrever a partir desse lugar é travar uma luta contra o epistemicídio que é fortalecido por inúmeras estratégias racistas de impedimento da nossa existência em lugares de construção do saber. Educadas (os) com esses valores é que procuramos nos integrar socialmente e com os nossos na busca pelo diálogo, respeito e alteridade. 

Organizador@s

 

Mulheres Negras

na Biblioteconomia

Franciéle Carneiro Garcês da Silva

Organizadora

A obra Mulheres Negras na Biblioteconomia vem contribuir para um crescente movimento de pesquisadoras e pesquisadores negros de demarcar e fortalecer o seu espaço na Biblioteconomia e na Ciência da Informação, bem como consolidar a importância da luta antirracista e do respeito à diversidade étnico-racial e cultural [...]

O protagonismo desta obra é, obviamente, o da MULHER. Escrevo mulher com todos os destaques possíveis, para que esses recursos tipográficos possam, de alguma maneira, representar o peso que essa palavra evoca.

Profa. Dra. Ana Paula Meneses Alves

Universidade Federal de Minas Gerais

 

Do invisível ao visível

saberes e fazeres das questões LGBTQIA+ na Ciência da Informação

Nathália Romeiro

Carlos Wellington

Bruno Almeida

Organizadora e Organizadores

Este livro tem como essência e missão dar visibilidade às questões LGBTQIA+ no âmbito da Ciência da Informação. Assim, para destacarmos o protagonismo desta população, as autoras e autores dos capítulos que compõem esta obra são pesquisadoras/es e profissionais da informação pertencentes à comunidade LGBTQIA+. [...]

Entendemos que a CI se trata de uma ciência recente (emergiu em meados do século XX), que reflete e revisa as linhas teóricas e epistemológicas utilizadas, o objeto de estudo (a informação) bem como também desenvolve novas teorias e práticas para a sociedade. Apesar disso, identificamos que ainda é necessário ampliar discussões e visibilizar sujeitos informacionais. Acreditamos que através dos diálogos, do ativismo, da ciência e da prática profissional, será possível desconstruir estereótipos, preconceitos, ódio e discriminação direcionados à população LGBTQIA+.

 

O protagonismo da

MULHER

na​ Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia e Ciência da Informação

Franciéle Carneiro Garcês da Silva e Nathália Romeiro

Organizadoras

​​A leitura desta obra nos inspira – e nos chama à consciência - sobre a urgência de aprofundar as abordagens contemporâneas das áreas supracitadas com base em perspectivas feministas e de masculinidades não hegemônicas. E ainda, a contemplar outras epistemologias (aprendendo que existe o Sul - e também, a aprender a partir do Sul - como sugeriu Boaventura de Sousa Santos).
Nessa direção, a importância de um agir alinhado com a equidade de gênero repercute na transformação política do tecido social, instigando atitudes e valores marcados pela alteridade, respeito e igualdade de direitos. Olhar para o protagonismo intelectual, profissional e social de mulheres no âmbito informacional coloca em cena discursos contrahegemônicos que combatem a exclusão, o machismo e o racismo presentes e institucionalizados no nosso cotidiano.
Assim, seguimos na resistência inventiva como força feminina que nos atravessa e nos dá potência para cocriar novos encontros e possibilidades de liberdade e de re-existir!

 

Profa. Dra. Daniella Pizarro

Universidade do Estado de Santa Catarina

 

Práticas e pesquisas de Competência em Informação

Elisa Cristina Delfini Corrêa

Daniela Spudeit

Elizete Vieira Vitorino

Organizadoras

​​O livro PESQUISAS E PRÁTICAS DE COMPETÊNCIA EM INFORMAÇÃO, organizado por Elisa Cristina Delfini Corrêa, Daniela Spudeit e Elizete Vieira Vitorino, pesquisadoras brasileiras que apresentam um lastro de excelentes contribuições sobre o tema
“Competência em Informação” no nosso contexto, e que 
tenho a satisfação de prefaciar, vem responder a uma demanda cada vez mais crescente do público brasileiro de diferentes áreas, em especial daqueles que se acham envolvidos direta ou indiretamente com a Ciência da Informação, Comunicação, Educação, Gestão da Informação e do Conhecimento, Filosofia, Sociologia etc. e que demonstram estar preocupados com as questões e espectros dessa competência, considerando-se a necessidade da consolidação dos princípios teóricos e práticos que a compreendem enquanto tema considerado representativo no contexto brasileiro.

 

Profa. Dra. Regina Celia Baptista Belluzzo

 

Bibliotecári@s Negr@s

informação, educação, empoderamento e mediações

Franciéle Carneiro Garcês da Silva

Graziela dos Santos Lima

Organizadoras

Com imensa satisfação tenho a incumbência de prefaciar esse segundo volume do livro “Bibliotecári@s Negr@s: informação, educação, empoderamento e mediações” que rompe definitivamente com a ideia de produção de conhecimento hegemônica ocidentalizante na Ciência da Informação. Os textos, ainda mais instigantes, refletem postura “crítica e autocrítica” no desenvolvimento da temática étnico-racial nos fazeres e saberes da Biblioteconomia, Arquivologia e Documentação tencionando e ampliando a discussão a respeito da alteridade da produção científica d@s pesquisador@s negr@s na construção das redes de seus saberes que, interconectados, engendram novas tessituras constitutivas e ampliam a visão sobre informação e negritude. Esta nova configuração da interação em rede permite-nos desenvolver o entendimento e compreensão do mundo acadêmico-profissional em que estamos inseridos, da nossa área de atuação profissional, das possibilidades de efetiva inserção dos sujeitos negr@s em nossas ações. Olhar a cultura africana e afro-brasileira na perspectiva de griôts desterrados que habitam o universo da produção brasileira na literatura, nas artes, na ciência e na construção da cultura da oralidade.

 

Profa. Dra. Ana Cláudia Borges

Universidade Federal do Espírito Santo (UFES)